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“Provar” a Existência de Deus?

“A ira de Deus se revela do céu contra toda impiedade e perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer é manifesto entre eles, porque Deus lhes manifestou. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis; porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato. Inculcando-se por sábios, tornaram-se loucos e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, bem como de aves, quadrúpedes e répteis. Por isso, Deus entregou tais homens à imundícia, pelas concupiscências de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si; pois eles mudaram a verdade de Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente. Amém!”

Romanos 1:18-25

O Racionalismo Materialista Humanista Ateu que ganhou popularidade no século XX (em grande parte devido à atuação da Mídia controlada por homens ímpios e ganaciosos) reivindica, de forma estúpida e tola, “provas científicas” para a existência de Deus. Os versículos acima já são mais do que suficientes para pôr por terra essa pretensão ardilosa e arrogante dos que procuram, em vão, meios e modos a fim de tentar negar a Deus, resistindo assim aos mandamentos de submissão ao Criador.

Não há muito o que comentar a esse respeito, pois não há nada de novo e muito menos de original nas (apenas reformuladas) neoformatadas doutrinas do Ateísmo contemporâneo.

O que os ateus e filósofos humanistas procuram dizer com “provar” a existência de Deus, nada mais é do que uma tentativa inútil de tentar buscar reduzir, rebaixar e submeter a compreensão sobrenatural das coisas de Deus às limitações da racionalidade e da compreensão natural da falível mente humana. Em outras palavras, trata-se da rejeição e da recusa em receber o dom da fé concedido por Deus aos que, de coração sincero, buscam por Ele.

As desastrosas evidências das inumeráveis falhas de caráter e de moral dos homens, assim como as suas óbvias demonstrações de enormes limitações, se constituem em um estrondoso depoimento contra a arrogante pretensão de “fazer com que Deus venha ao homem”, quando, na verdade, compete à criatura ir ao Criador. Além do que, as pretensões arrogantes do Racionalismo Humanista se constituem per se em um enorme obstáculo ao conhecimento de Deus, pois o pensamento humano egocêntrico e egoísta não passa de uma dentre muitas expressões da rebelião contra Deus. Mais do que realmente “tentar provar” qualquer coisa, o que o pensamento ateu solicitante de “provas científicas” para a existência de Deus deseja é permanecer no status da tentativa de negação da Verdade, se valendo assim de um pseudo-benefício de dúvida. Tais homens têm demonstrado, na prática, desejar o mal e o pecado, não o conhecimento de Deus.

Os que persistirem nas tentativas de “por à prova e à experimentação racional e filosófica” a existência de Deus estarão irremediavelmente condenados a morrer sem o conhecimento pessoal do Criador e Salvador. E tal morte tem como consequência o Inferno. O único remédio para a cegueira espiritual é a fé! Se não crerem no Evangelho de Cristo morrerão sem Deus. E isto é válido para qualquer pessoa, ateu ou religioso.

“Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado. E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.”

Marcos 16:14-16

--Dr Leadnet

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